quarta-feira, 5 de agosto de 2009
A Different Smell in The Air
I fell some fuckin' different smell in the air. What is it? French parfum, some nice food, or anything else? No! It's the fart smell, and in a moment like this, i wish so badly someone to fart on my face. Anyone can do that? I would be thankfull.
Desaforismo nº 1
De grão em grão, a galinha enche o papo.
...mas a caganeira que vem depois é de uma vez!
...mas a caganeira que vem depois é de uma vez!
Propaganda!
http://www.fotolog.com.br/papel_e_lapis
As fotos (sempre impressionantes) tiradas por meus amigos Juliana e Fernando.
Arte em um nível para poucos!
Vale a pena visitar, eu garanto!
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terça-feira, 4 de agosto de 2009
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Aforismo nº1
Há os que pensam que seu dia chegará, a seu tempo.
E há os que pensam que devem ir até esse dia.
E há os que pensam que devem ir até esse dia.
Confissões do Amor
Diria eu que sempre acordamos pensando em coisas novas, umas simples, outras nem tanto, outras ainda de extrema complexidade, e como sou apenas mais uma alma dentre uma infinidade das mesmas, iniciei o meu tão esperançoso dia como manda o figurino, como ditam as regras, pensando desde o que me alimentaria, até nos mais profundos e impenetráveis assuntos que guardo a sete chaves.
Era quinta feira, final do mês de julho de um ano qualquer, em uma cidade qualquer, em um país qualquer, nada disso influenciaria nas minhas colocações a seguir.
Pensara por longas e infindáveis horas no que poderia ser de fato o que chamamos de ‘’amor’. Seria amor apenas um sentimento, ou seria mais, muito mais do que posso declamar em palavras ou dar formas dentro de meus pensamentos, meros pensamentos.
Passei um longo período em questionamento, certamente mais da metade de meu dia eu dedicara a esta reflexão, em princípio sem fundamento.
Senti sensivelmente uma outra energia, que não a minha, algo sublime e forte ao mesmo tempo, senti-me incapaz de traduzir todas essas sensações em palavras, apenas sei que fora tomado desde meus olhos, ate meus órgãos, todos, sem exceção.
Claramente eu agi como uma antena, captando freqüências energéticas, algo completamente diferente, não faz-se necessário dizer que seria uma sensação única, um momento ímpar, qual eu decidi registrar em papel.
Subitamente ouvi palavras ecoando em meus ouvidos, um tom coeso, limpo e claro, desliguei-me por completo do mundo externo, e concentrei-me em meu interior, não importando qualquer interação para com a minha pessoa.
Uma brisa suave e gostosa tocava o meu rosto, meus cabelos e meus ouvidos, pronunciando de forma incomparável certas palavras, que ficarão registradas em minha mente, mesmo após minha morte:
-Rapaz, bom rapaz, permita-me falar, preciso de um amigo, um bom amigo.
Parecia completa loucura, meus olhos perdiam-se, frente tais palavras que ecoavam em minha mente, mas a curiosidade era maior que a minha sanidade, e eu mentalmente decidi responder:
- Não sei bem ao certo o que ocorre aqui, talvez nunca poderei explicar, mas este momento é único, pois converso com alguém que nem corpo possui, desejo poder ajudar, seja lá o que ou quem você for.
Gentilmente eu fora respondido por essa voz tão suave e tocante que tomava a minha mente:
- É perfeitamente compreensível que não entenda o que ocorre aqui, mas meu caro rapaz, vivo calado, apenas atendendo a vocês que tanto chamam o meu nome, dizendo que precisam daquilo que eu nutro em vossos peitos, para poderem ter fé e esperança em suas vidas.
As dúvidas tornavam-se ainda maiores, e eu me perguntava o porquê desta voz dominar-me e causar em minha pessoa o desejo imensurável de compreensão do que ocorria. Resolvi fazer algumas perguntas, sanando assim minhas dúvidas.
- Diga-me então quem és, e talvez eu possa lhe ajudar de alguma forma.
Prontamente eu fora atendido, aquela contagiante voz me seduzia novamente:
_ Sou o que vocês tanto desejam sentir, a dor que lhes causa tanto bem, a vontade incontrolável de querer um outro alguém, o aperto em seus peitos, que acelera freneticamente os seus corações.
Inicialmente o meu desejo era de rir, de forma incontrolável, mas um novo fato me fez acreditar no que eu considerava impossível, pois a já citada voz tomava a minha mente novamente, prontamente respondendo o meu questionamento.
_ Pode não acreditar no que digo, tens vontade de rir, eu sei, mas me diga, com toda a sinceridade que lhe caiba se o que sentiu ao escutar a minha voz, não foi o mesmo que experimentou ao beijar ou abraçar aquela que lhe foi cara, alguém que amastes em algum momento de sua vida.
Era inegável, o sentimento era o mesmo, e isso eu não podia esconder:
_ Sim, causastes em mim, tudo aquilo que senti quando fui tocado pelo amor. Então és o amor, posso me comunicar com o sentimento mais enobrecedor na face da terra?
Tão logo eu fazia a minha pergunta, a resposta vinha de forma arrebatadora:
_ Sou o amor, todo o amor que há nesta terra, e disso não duvides mais.
Meus olhos marejavam, logo após esta simples, mas contundente resposta.
Ainda havia uma questão morando em meus lábios e em minha mente, portanto não hesitei e a fiz ao ‘’amor’’:
- Diga-me, por que seria eu o escolhido para ouvir e sentir tudo o que me proporcionou neste momento?
Assim disse o ‘’amor’’:
- Somente aqueles de corações puros podem ouvir as minhas palavras, os outros, acham que já me ouviram ou que me conhecem, mas enganam-se, o que viram ou ouviram nada mais é do que a voz da paixão, do desejo, do egoísmo, do prazer, poucos, tão poucos como você me conheceram de fato.
Estava perplexo com a profundidade daquelas palavras, ainda assim ele continuava:
- Chamam-me, desejam que eu esteja em suas casas, peçam que eu dê motivos para viver aos homens, mas eles mesmos não amam, nem ao menos tentam conhecer-me, e a grande maioria deixarão de existir sem saber que sou de fato, e isso deixa-me triste, saber que cada vez mais me distancio das pessoas, engulo o choro, as lagrimas pesam em meu rosto, mesmo que eu seja invisível aos olhos de uma pessoa, ainda assim eu os amo e choro, por saber que não sabem amar.
Nada eu pude fazer, se não soltar algumas palavras ao vento:
_ Sinto-me triste, mas o que fala é verdade, pura verdade.
Ele que é o mais pleno de todos os sentimentos, despediu-se de mim com mais algumas palavras bonitas e sinceras:
_ Meu bom amigo, agora que conheces o amor, ensine-o, amar é uma arte, que tão poucos a conhecem, faça dele uma escola, e lembre que aquilo que de graça lhe foi dado, da mesma forma deverás fazer.
Senti que aquela energia cósmica plena, pura e doce se fora, mas as suas palavras nunca mais deixaram de ecoar em minha mente, e morar em meus olhos, que passaram a enxergar a vida com um prisma completamente distinto.
Esse foi o mais feliz, completo e produtivo dia de toda a minha existência.
Era quinta feira, final do mês de julho de um ano qualquer, em uma cidade qualquer, em um país qualquer, nada disso influenciaria nas minhas colocações a seguir.
Pensara por longas e infindáveis horas no que poderia ser de fato o que chamamos de ‘’amor’. Seria amor apenas um sentimento, ou seria mais, muito mais do que posso declamar em palavras ou dar formas dentro de meus pensamentos, meros pensamentos.
Passei um longo período em questionamento, certamente mais da metade de meu dia eu dedicara a esta reflexão, em princípio sem fundamento.
Senti sensivelmente uma outra energia, que não a minha, algo sublime e forte ao mesmo tempo, senti-me incapaz de traduzir todas essas sensações em palavras, apenas sei que fora tomado desde meus olhos, ate meus órgãos, todos, sem exceção.
Claramente eu agi como uma antena, captando freqüências energéticas, algo completamente diferente, não faz-se necessário dizer que seria uma sensação única, um momento ímpar, qual eu decidi registrar em papel.
Subitamente ouvi palavras ecoando em meus ouvidos, um tom coeso, limpo e claro, desliguei-me por completo do mundo externo, e concentrei-me em meu interior, não importando qualquer interação para com a minha pessoa.
Uma brisa suave e gostosa tocava o meu rosto, meus cabelos e meus ouvidos, pronunciando de forma incomparável certas palavras, que ficarão registradas em minha mente, mesmo após minha morte:
-Rapaz, bom rapaz, permita-me falar, preciso de um amigo, um bom amigo.
Parecia completa loucura, meus olhos perdiam-se, frente tais palavras que ecoavam em minha mente, mas a curiosidade era maior que a minha sanidade, e eu mentalmente decidi responder:
- Não sei bem ao certo o que ocorre aqui, talvez nunca poderei explicar, mas este momento é único, pois converso com alguém que nem corpo possui, desejo poder ajudar, seja lá o que ou quem você for.
Gentilmente eu fora respondido por essa voz tão suave e tocante que tomava a minha mente:
- É perfeitamente compreensível que não entenda o que ocorre aqui, mas meu caro rapaz, vivo calado, apenas atendendo a vocês que tanto chamam o meu nome, dizendo que precisam daquilo que eu nutro em vossos peitos, para poderem ter fé e esperança em suas vidas.
As dúvidas tornavam-se ainda maiores, e eu me perguntava o porquê desta voz dominar-me e causar em minha pessoa o desejo imensurável de compreensão do que ocorria. Resolvi fazer algumas perguntas, sanando assim minhas dúvidas.
- Diga-me então quem és, e talvez eu possa lhe ajudar de alguma forma.
Prontamente eu fora atendido, aquela contagiante voz me seduzia novamente:
_ Sou o que vocês tanto desejam sentir, a dor que lhes causa tanto bem, a vontade incontrolável de querer um outro alguém, o aperto em seus peitos, que acelera freneticamente os seus corações.
Inicialmente o meu desejo era de rir, de forma incontrolável, mas um novo fato me fez acreditar no que eu considerava impossível, pois a já citada voz tomava a minha mente novamente, prontamente respondendo o meu questionamento.
_ Pode não acreditar no que digo, tens vontade de rir, eu sei, mas me diga, com toda a sinceridade que lhe caiba se o que sentiu ao escutar a minha voz, não foi o mesmo que experimentou ao beijar ou abraçar aquela que lhe foi cara, alguém que amastes em algum momento de sua vida.
Era inegável, o sentimento era o mesmo, e isso eu não podia esconder:
_ Sim, causastes em mim, tudo aquilo que senti quando fui tocado pelo amor. Então és o amor, posso me comunicar com o sentimento mais enobrecedor na face da terra?
Tão logo eu fazia a minha pergunta, a resposta vinha de forma arrebatadora:
_ Sou o amor, todo o amor que há nesta terra, e disso não duvides mais.
Meus olhos marejavam, logo após esta simples, mas contundente resposta.
Ainda havia uma questão morando em meus lábios e em minha mente, portanto não hesitei e a fiz ao ‘’amor’’:
- Diga-me, por que seria eu o escolhido para ouvir e sentir tudo o que me proporcionou neste momento?
Assim disse o ‘’amor’’:
- Somente aqueles de corações puros podem ouvir as minhas palavras, os outros, acham que já me ouviram ou que me conhecem, mas enganam-se, o que viram ou ouviram nada mais é do que a voz da paixão, do desejo, do egoísmo, do prazer, poucos, tão poucos como você me conheceram de fato.
Estava perplexo com a profundidade daquelas palavras, ainda assim ele continuava:
- Chamam-me, desejam que eu esteja em suas casas, peçam que eu dê motivos para viver aos homens, mas eles mesmos não amam, nem ao menos tentam conhecer-me, e a grande maioria deixarão de existir sem saber que sou de fato, e isso deixa-me triste, saber que cada vez mais me distancio das pessoas, engulo o choro, as lagrimas pesam em meu rosto, mesmo que eu seja invisível aos olhos de uma pessoa, ainda assim eu os amo e choro, por saber que não sabem amar.
Nada eu pude fazer, se não soltar algumas palavras ao vento:
_ Sinto-me triste, mas o que fala é verdade, pura verdade.
Ele que é o mais pleno de todos os sentimentos, despediu-se de mim com mais algumas palavras bonitas e sinceras:
_ Meu bom amigo, agora que conheces o amor, ensine-o, amar é uma arte, que tão poucos a conhecem, faça dele uma escola, e lembre que aquilo que de graça lhe foi dado, da mesma forma deverás fazer.
Senti que aquela energia cósmica plena, pura e doce se fora, mas as suas palavras nunca mais deixaram de ecoar em minha mente, e morar em meus olhos, que passaram a enxergar a vida com um prisma completamente distinto.
Esse foi o mais feliz, completo e produtivo dia de toda a minha existência.
domingo, 2 de agosto de 2009
Malu
Dê-a motivos;
E ela sorrirá;
Mas caso ela não os tenha;
Ainda assim ela o fará;
E ela sorrirá;
Mas caso ela não os tenha;
Ainda assim ela o fará;
Dê-a dificuldade de qualquer ertirpe;
Sim, não duvides,pois ela as resolverás;
Dai as tuas palavras;
Sim, não duvides,pois ela as resolverás;
Dai as tuas palavras;
Tão logo, lhe responderá;
Mas caso as palavras lhe faltem;
Mas caso as palavras lhe faltem;
Ainda assim ela te cumprimentará;
Dê-a tempo;
Não muito tempo;
E de sua amizade desfrutarás;
Faça por ela o tanto quanto merece;
Dê-a tempo;
Não muito tempo;
E de sua amizade desfrutarás;
Faça por ela o tanto quanto merece;
E indubtavelmente ela corresponderá;
Meias verdades,sorrisos forçados e falsos agrados;
Não é de sua natureza;
Mas sim a verdade, nua e crua;
Mesmo que te doa e machuque;
Se prezas por uma sólida e fiel amizade;
Mesmo que te doa e machuque;
Se prezas por uma sólida e fiel amizade;
Se desejas sentir-se terno e despreocupado;
Se pouco te importa o que a noite ou o dia lhe trará;
Se pouco te importa o que a noite ou o dia lhe trará;
Saiba que tudo isto ela lhe provirá;
Sua segurança e naturalidade são admiraveis;
E evidentemente, é bom poder admirar tudo que mereça;
E evidentemente, é bom poder admirar tudo que mereça;
Então o faça;
Quanto antes, melhor.
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